Estudo 8 horas por dia. Me levanto às 7. Se me falta café, não rendo. Almoço entre 12:30 e 13 horas. Às vezes, tenho aula às 19:00hs. Ando lendo sempre às 23:00hs, para dar sono, sabe?
Sinto saudade. Sem hora marcada.
Talvez o carnaval seja uma trégua para algumas dores, uma ilusão passageira de que a vida é uma festa e que as pessoas sempre vêm e vão. Às vezes, sacodem alguma coisa dentro da gente ou apenas a bunda até o chão e sambam na nossa cara. Quatro dias de descanso dos dissabores. Bandeira branca.
Acordei querendo fazer malas. Chegar à NASA e pedir uma carona. Há 7 bilhões, mas menos de 50 realmente importam.
Escrevo pra me convencer, pra que minhas ideias me ganhem.
Ela soma conhecimentos. Não lê o que deveria, mas aquilo por que se apaixona em progressão geométrica. Ele está sem a mãe por perto. Considera-se já grandinho e suas asas pedem que se atreva mundo afora. Voos sem ângulos perfeitos, livre para desenhar sua própria geometria. Uma menina, um pássaro. Elementos comuns de dois conjuntos diferentes: a interseção chamada liberdade.
Naquele momento em que percebia uma paz. Perceber: compreender, receber.
Não, não havia problema em se sentir atraído. Imagina! Imagina que inimaginável monopolizar um querer! O problema estava nos laços. Em criar laços. Esses estreitos e sedutores laços.
Pele de ímã e nervos de choque e músculos de concreto. Ainda assim, dava boa noite cedo demais. Sentimento sempre assimétrico: quantas figuras de linguagem?
Apareceu na forma certa de conquistar. Transbordou desejo e atenção. Prometeu um mundo de sonhos. Fugiu no sétimo dia.